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O açúcar de Nutella®

Não deixamos nada ao acaso: nem sequer um grão de açúcar

Mantemos relações fortes, baseadas na confiança, com os nossos fornecedores, algumas delas há mais de 40 anos. Isso tem-nos ajudado a assegurar que os grãos de açúcar utilizados em Nutella® satisfazem sempre os elevados critérios de qualidade do Grupo. E, tal como acontece com todos os nossos ingredientes, o nosso açúcar é 100% livre de OGM.

Preferimos fornecedores locais

O açúcar que utilizamos em Nutella® é principalmente sacarose, obtida a partir do açúcar de beterraba e/ou do açúcar refinado de cana, conforme a geografia da sua área de produção. Os tipos de açúcar que adquirimos a nível global podem ser classificados da seguinte maneira: 75% de açúcar de beterraba e 25% de açúcar refinado de cana. Na Europa, recorremos essencialmente a produtores europeus, que produzem exclusivamente beterraba livre de OGM. Por outro lado, a nossa cana de açúcar vem do exterior da Europa, nomeadamente do Brasil, da Índia, do México e da Austrália.

A qualidade do nosso açúcar

Adquirimos exclusivamente açúcar em cristais. Adicionalmente à monitorização constante das instalações dos nossos fornecedores, levamos a cabo análises periódicas detalhadas das matérias-primas quado entram nas nossas fábricas, com a finalidade de avaliar em profundidade as respetivas propriedades físico-químicas e microbiológicas. Porque acreditamos que a qualidade deve ser observada de perto.

Que tipo de açúcar utilizam em Nutella®?

Os tipos de açúcar que adquirimos a nível global podem ser classificados da seguinte maneira: 75% de açúcar de beterraba e 25% de açúcar refinado de cana. 

Qual é a opinião da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA, nas suas siglas em inglês) acerca do óleo de palma?

Segundo as recentes recomendações da EFSA, alguns contaminantes térmicos (2MCPD, 3MCPD, GE) estão presentes num vasto leque de alimentos e podem-se encontrar em quantidades consideráveis em óleos vegetais sujeitos a altas temperaturas durante o processamento alimentar. Esses contaminantes formam-se de maneira significativa quando o óleo atinge uma temperatura superior a 200 ºC. A EFSA reconheceu que o setor começou a otimizar os processos através de temperaturas baixas e que os resultados são prometedores, contudo, espera-se ir mais além. Os óleos e as gorduras têm, consequentemente, níveis mais baixos de contaminantes do que aqueles tradicionalmente disponíveis no mercado. Isso possibilita a criação de produtos com níveis mínimos de contaminantes que se ajustam perfeitamente aos parâmetros definidos pela EFSA. 

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